“Eis-me aqui prostrado aos vossos pés, pedindo-vos: perdoem vossas faltas, antes de tudo. Perdoem, primeiro, as próprias faltas. Não há como perdoar o outro sem antes voltar o olhar do amor e do perdão para vós mesmos. Sejam menos severos no julgamento para convosco.
O amor ao próximo advém do amor que souberdes ter, primeiro, para convosco mesmos. Olhem para as próprias faltas, reconheçam-nas e utilizem-nas para o próprio crescimento: para fazer diferente no presente e no futuro. Só assim vem o verdadeiro aprendizado. Jamais deixem de observar uma falta. Mas ao observá-la, construam em cima dela. Recomecem.
Continuarão errando. Mas nenhum erro é grave a ponto de não poder ser utilizado para o próprio crescimento. Se perceberdes o erro, recomeçai! E assim vereis o Sol brilhando à luz da liberdade conquistada. A liberdade, só vós podeis concedê-la a vós mesmos. E todo o resto virá como consequência".
"Um irmão que aprendeu a se perdoar."


